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quarta-feira, 9 de março de 2011

E o Carnaval?




Sim, meu Carnaval vai deixar saudades na alma e no paladar. Fogão à lenha, chopp gelado, gastronomia aguçada. Um festim da boa mesa. Penso que marido e eu demos uma sorte danada, viajamos com uma turma que entende e gosta bastante de culinária. Principalmente, daquela degustada nos botecos. Fomos de carne de lata, barriga de porco à pururuca, doce de leite caseiro, frango caipira ensopado, picanha de carne de sol... e muito mais.



As panelas foram dominadas por Bolinha, Maurilene e Marisa. Definitivamente, esta turma sabe o que faz. Deu água na boca? Olha que simples, basta dar um pulinho nos bares:

Bartiquim é do Bolinha, fica do Santa Tereza. Serve almoço sábado (feijoada) e domingo (galinhada). Ah, a carne de lata fenomenal é de lá.

Família Paulista é da Marisa, fica na Cidade Nova. Se for até lá, não deixe de pedir a Matula do Tropeiro.

Estes dois botecos fazem parte do Festival Comida di Buteco que por sinal começa em abril. Fica a dica, pessoal.


quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Livro para uma cabeceira vazia (snif)



Achei o título massa: uma mistura de amor com gastronomia. Tem coisa melhor?

Vou comprar e conto tudinho.

Leia mais aqui.
Compre aqui.






terça-feira, 14 de setembro de 2010

Livro na cabeceira


"Deus não está apenas nos detalhes; Deus também está nos muffins, nas batatas fritas e na sopa de tomates com legumes."

Minha leitura atual é o livro de Geneen Roth: "Mulheres, Comida & Deus". E fica a pergunta: Por que todas as nossas emoções se relacionam com o que comemos?

Quer saber mais, veja aqui.



terça-feira, 15 de dezembro de 2009

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Só uma pitadinha



Passei o feriado lendo a Morte do Gourmet de Muriel Barbery. Fica a dica e um pedacinho para deliciarem.

"... na hora dos doces: só são apreciados em toda a sua sutileza quando não comemos para matar a fome e quando essa orgia de doçura não satisfaz a necessidade primária, mas cobre nosso palato com a benevolência do mundo. "




quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Papo de mulher


Hoje, com uma amiga, falávamos sobre a importância da mulher ser dona do seu nariz, do seu tempo, das suas vontades. Mas, nunca sem esquecer do "lado mulherzinha". Os homens gostam disso também, faz bem para a relação. Sabe aquele papo de sexo frágil, pois é, em doses homeopáticas, é primordial.
Daí, minha amiga se lembrou do filme da Revista Cláudia que ilustrou perfeitamente a conversa: "Independente, sem deixar de ser mulher". Veja aqui.




Badulaques





Dica fofolete de um primo querido!


domingo, 25 de outubro de 2009

eu coração vik muniz






Simplesmente fanstástico. Em BH, no Museu Inamá de Paula até dia 5/11.
Saiba mais sobre vik aqui.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Cuti cuti



Não sei como descobri este blog apenas hoje. Como eu vivia sem ele, comadres? Eu coração Bakerella.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Tá chovendo hambúrguer (Cloudy with a chance of meatballs)


Mais uma animação bacana nos cinemas. Juro que o que mais despertou minha curiosidade em assistir foi o título do filme.
Saiba mais aqui.

BGourmet



Está acontecendo no BH Shopping o evento gastronômico: Brastemp Gourmet. Quem estiver em BH ou para quem mora aqui, é claro, passe por lá.
O melhor de tudo é que as oficinas são gratuitas. Tem muito chef de renome, várias receitas legais e degustações pra lá de interessantes. O evento acontece até dia 18/10. Fica a dica do Na Batedeira.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Alguém já leu?


Li a resenha do livro Assando bolos em Kigali de Gaile Parkin e achei bem interessante. A história se passa em Ruanda e conta sobre uma dona de casa que decide abrir um negócio, fazer bolos. O romance é uma leitura leve e delicada que aborda o poder da mudança em todos os sentidos.
Preço médio: R$ 38,00
Caso alguém tenha lido, me conte se vale a pena.



terça-feira, 1 de setembro de 2009

Domingo, eu vou ao Mineirão, vou torcer pro time que sou fã...


Outro dia, li no Comidinhas sobre o tradicional tropeiro do Mineirão. Como assim, eu ainda não havia postado nada a respeito deste quitute. Afinal, sou mineira, uai!
Vou ao Mineirão quase todos os domingos com marido torcer para o Glorioso Galo. Este passeio pode ser comparado a um ritual. A camisa da sorte lavada e perfumada para ser colocada e dar bastante sorte, o caminho sagrado que nos leva até o Mineirão previamente definido... muita mandinga, minha gente.
Chegando lá, miramos na primeira vaga que tenha uma árvore mixuruca ao lado para garantir uma sombrinha. De lá, zarpamos para as imediações do estádio e marido sempre come um espetinho de "filé" com farinha em uma das diversas barraquinhas que vendem também pão com pernil, mini porções de tropeiro, torresmo, bolinho de feijão, pipoca, picolé, refrigerante...enfim, muita comidinha nada light.

Depois, de forrar a barriga com o acepipe é hora de entrar no Mineirão, ir em direção ao portão 7 A, passar no bar, comprar uma ficha para o tropeiro e correr pra galera. Prometo que é diversão garantida!

Não posso deixar de falar mais um pouquinho sobre o tropeirão, como é mais conhecido por aqui. Esta delícia vem num pratinho de plástico, custa apenas 7,00 reais e vale mais que um almoço. Sempre que como, peço para trocar o bife por dois ovos! Dá-lhe colesterol!

terça-feira, 25 de agosto de 2009